Albatroz, ave astuta. Alma arredia
De vida difícil sempre na luta
Aprendendo constantemente no dia a dia
Tirando o sustento na árdua labuta
Albatroz, animal alado. Artista aloprado
A loucura me traz o que é necessário
Para que o meu bem estar não fique de lado
A sensatez será sempre um estado imaginário
Albatroz altaneiro. Apoteótico arteiro
Uma ave errante, poeta principiante
De personalidade forte, espírito gaiteiro
O que me inspira é algo bem inflamante
ALBATROZ
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
AUTORRETRATO
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Vamos falar de coisas boas? Que tal, poesia?
ResponderExcluirO Auto Retrato
No retrato que me faço
- traço a traço -
às vezes me pinto nuvem,
às vezes me pinto árvore...`
às vezes me pinto coisas
do que nem há mais lembranças...
Ou coisas que não existem,
mas que um dia existirão...
e, desta lida,em que busco
- pouco a pouco -
minha eterna semelhança,
no final, que restará?
Um desenho de criança...
Terminado por um louco!
(Mário Quintana)
Faço minhas as palavras do Quintana para descrever meu auto retrato.
Bj
F. de Mello
hmmm... haja inspiração!!
ResponderExcluirEu estou em uma espécie de "retiro poético" buscando novos ares e força para que a inspiração volte a fluir. Parece que a literatura Quintaniana é uma boa opção para renovar meus ares...
Em breve a "maluquez" volta
Beijos e obrigado pela ilustre visita! :)
Acho que um aloprado terminou seu desenho...rs
ResponderExcluirAlbatroz Errante está por dentro das novas normas da linguagem, hein!
ResponderExcluirOlha, quando o Quintana escreveu o poema era assim, rsrs
Bj
F. de Mello
Pior que nem estou...rs
ResponderExcluirEu só lembrei da regra hoje lenndo um artigo no jornal e me veio a cabeça esse poema.
Aliás, ninguém está por dentro dessa regra. Está uma verdadeira doideira. Nem maluco entende...rs
Conseguiram complicar o que já era complicado.