sábado, 2 de janeiro de 2010

DIVINOS ASTROS

Os teus olhos têm a mística do mar
Às vezes, verdes, às vezes azuis
São olhos que fazem a gente pensar
E têm a cor dos olhos de Jesus

São olhos que trazem a cor da esperança
O azul do nosso céu, o verde de nossas matas
Dois lindos astros que de vê-los não há quem se cansa
São estrelas que rebrilham nas cascatas

Olhos que nasceram para o amor
Fárois que iluminam o meu caminho
Olhos divinos de divina cor

Teus olhos têm a mística do mar
São astros que nasceram tão juntinhos
E me fazem ver, querer e sonhar

ALBATROZ

6 comentários:

  1. Isso não vale! Fiquei pensando nos meus olhos da cor Banal Castanho. Ninguém lembra... Vingança!!! Descobri este fado e me apaixonei,kkk.

    Olhos Castanhos
    Teus olhos castanhos
    de encantos tamanhos
    são pecados meus,
    são estrelas fulgentes,
    brilhantes, luzentes,
    caídas dos céus.
    Teus olhos risonhos
    são mundos, são sonhos,
    são a minha cruz
    Teus olhos castanhos
    de encantos tamanhos
    são raios de luz
    Olhos azuis são ciúme
    e nada valem para mim,
    Olhos negros são queixume
    de uma tristeza sem fim,
    Olhos verdes são traição,
    são crueis como punhais.
    Olhos bons com coração os teus,
    castanos leais. (Banais tb rima,rsrs...)

    Viu, tem algué que se lembra... rsrs
    Bj
    F. de Mello

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  2. Hmmm... Estou ficando a cada dia mais surpreso! VocÊ disse que não sabia escrever poesias...
    De onde você tem essa inspiração?

    Como foi seu revellion? Eu tive um revellion sensacional!!! Nada como uma visita ao mar no primeiro dia do ano para se inspirar!!!

    Beijos!

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  3. Não fui eu! Foi um cantor português. É assim: eu me inspiro e os poetas escrevem...

    Então, cadê do povo querer ir no tumulto! Ficamos vendo ao longe... Mas foi legal. Visita ao mar também. Voltei hoje pra sair da zorra de amanhã. Queria descansar pra segundona, sabe.
    Bj
    F. de Mello

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  4. Já que você está postando letras de músicas, gostaria de postar essa que pode ser uma filosfia para esse ano e outros vindouros:

    Veja!
    Não diga que a canção
    Está perdida
    Tenha em fé em Deus
    Tenha fé na vida
    Tente outra vez!...

    Beba! (Beba!)
    Pois a água viva
    Ainda tá na fonte
    (Tente outra vez!)
    Você tem dois pés
    Para cruzar a ponte
    Nada acabou!
    Não! Não! Não!...

    Oh! Oh! Oh! Oh!
    Tente!
    Levante sua mão sedenta
    E recomece a andar
    Não pense
    Que a cabeça agüenta
    Se você parar
    Não! Não! Não!
    Não! Não! Não!...

    Há uma voz que canta
    Uma voz que dança
    Uma voz que gira
    (Gira!)
    Bailando no ar
    Uh! Uh! Uh!...

    Queira! (Queira!)
    Basta ser sincero
    E desejar profundo
    Você será capaz
    De sacudir o mundo
    Vai!
    Tente outra vez!
    Humrum!...

    Tente! (Tente!)
    E não diga
    Que a vitória está perdida
    Se é de batalhas
    Que se vive a vida
    Han!
    Tente outra vez!...

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  5. Nem que eu viva mil anos
    O humano não vou decifrar
    Que enigma esconde em cada um
    Que teima em querer,
    Que se deixa doer
    e que se deixa amargar.
    Ontem feliz, hoje lágrima
    Paradoxo de gente
    Que tem olhos de ver
    E coração que finge não querer enxergar.

    Desculpa, Passarinho, vc deve ter razão. A poesia só deve ser usada pra dizer coisas boas. Como não tenho a pretensão de que o que escrevo seja poesia, escrevo "pra desabrochar".

    Bj
    F. de Mello

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  6. agora qu vi seu post... o ser humano é bem complicado mesmo...rs.. coitados dos psiquiatras e psicólogos...

    beijos

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